quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

O BANHO DA NINFA




Águas tão puras que me fazem transparecer
Águas que acalmam minha alma,
Lavam-me por dentro,
Um relaxamento...

Águas que caem perdidas em meu corpo,
Caminho certo para que lave e leve meu desabafo.

Águas:
Simples,
Doce e tão agradável não me ouvem,
Mas fazem meu corpo falar
E com o relaxamento me fazem chorar.

Águas
Que levam consigo as minhas lagrimas,
Que disfarçam cada gota salgada caindo dos olhos
E que se misturam às gotas adocicadas no ralo.

São águas que lavam minha alma
Águas que refazem a minha calma.

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